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Relatório de cibersegurança para PMEs 2026

1 em cada 4 pequenas empresas foi hackeada, apesar das medidas de cibersegurança

As empresas estão tentando se proteger contra violações, mas seus esforços falham em condições reais.

Para entender o porquê, a Proton perguntou a 3.000 fundadores, executivos e líderes de TI em três continentes sobre suas práticas de cibersegurança. Os insights que obtivemos ajudarão você a proteger sua empresa.

Hackers violaram uma em cada quatro PMEs no ano passado, embora praticamente todas as vítimas tivessem tomado precauções.

As PMEs gastam tanto para se recuperar de ataques cibernéticos quanto para tentar preveni-los.

Erro humano, políticas de segurança inconsistentes e falta de controle de dados são os culpados.

O status quo da segurança está falhando com as PMEs

Muitas das defesas implementadas são projetadas para um comportamento ideal, não para como as pessoas realmente trabalham.

57%

das PMEs violadas perderam de US$ 10.000 a US$ 100.000

39%

dos incidentes decorreram de erro humano

28%

não sentem que têm controle sobre como os provedores de nuvem lidam com seus dados

48%

não têm um gerenciador de senhas implementado em sua organização

Ataques custam caro às pequenas empresas

As pequenas empresas que relataram violações no ano passado estavam gastando com segurança, mas suas defesas falharam. Os ataques acabaram custando a elas quase tanto dinheiro quanto gastaram em proteção. Cerca de 57% relataram perdas entre US$ 10.000 e US$ 100.000.

Ansiedade sobre dados na nuvem

Quase todas as PMEs (86%) que pesquisamos dependem de provedores de serviços em nuvem como Google ou Microsoft. Mas até 28% desse grupo dizem que não sentem que têm controle sobre como seus dados são tratados, ou não têm certeza. Quando seu provedor lida com suas chaves de criptografia e coleta seus dados, um ataque a empresas terceiras pode afetar seu negócio.

Tomando medidas na direção certa

A segurança não era informal ou ad hoc. Longe do clichê da pequena empresa sem noção, essas PMEs tinham programas de treinamento, auditorias recorrentes e ferramentas implementadas antes da violação. Mas as soluções de segurança tornam-se ineficazes quando são opcionais, aplicadas de forma desigual ou fáceis de contornar.

O treinamento não detectará todos os deslizes

De fato, 39% das empresas relatam ter sofrido um incidente de cibersegurança causado por erro humano. Uma segurança forte requer tanto treinamento quanto ferramentas de negócios seguras que ativem a higiene de segurança por padrão.

Investir em ferramentas não é suficiente

O compartilhamento de senhas é um exemplo claro. Mesmo os entrevistados que têm um gerenciador de senhas em sua pilha de tecnologia ainda compartilham credenciais via e-mail, aplicativos de mensagens, documentos compartilhados, conversas ou por escrito.

Nem todas as perdas foram financeiras

Uma vez que os invasores entraram, as consequências se espalharam muito além do dinheiro. Ataques cibernéticos interromperam operações, expuseram dados e minaram a confiança. O dano foi diferente por país:

38% foram interrompidas

Foi pior nos EUA, onde mais da metade das PMEs atingidas por um ataque cibernético (51%) disseram ter sofrido tempo de inatividade ou interrupção operacional, paralisando os negócios.

35% enfrentaram custos legais/de TI

Despesas de remediação legal ou de TI afetaram todos os mercados, mas a taxa da Alemanha foi a mais alta (38%), provavelmente impulsionada por requisitos de proteção de dados mais rigorosos.

46% sofreram perda de dados

Entre as atingidas por uma violação, as empresas brasileiras ultrapassaram a média de perda de dados, com mais da metade (53%) relatando esse resultado.

24% receberam penalidades

As empresas japonesas, que foram as menos impactadas por ataques cibernéticos, também foram as menos propensas a ter pago multas ou penalidades regulatórias (14%).

Como a violação afetou sua empresa?

A pesquisa sugere que bem mais de 1 milhão de pequenas e médias empresas nos mercados que estudamos sofreram um ataque cibernético no ano passado. Quase todas elas enfrentaram custos e interrupções operacionais.

Fique um passo à frente dos hackers

Ao compilar o Relatório de Cibersegurança para PMEs 2026, a Proton pesquisou 3.000 líderes de negócios e TI de empresas com menos de 250 funcionários nos EUA, Reino Unido, França, Alemanha, Brasil e Japão.

Dentro deste relatório, você aprenderá quatro insights principais e cinco recomendações:

  • Como os pares em seu setor estão lidando com a cibersegurança

  • Como construir sistemas de segurança que esperam erros humanos — e os contêm

  • Por que a segurança é uma alavanca de crescimento ativa, não apenas defesa passiva

Para quem é este relatório

Este relatório foi escrito para fundadores, executivos e operadores de pequenas e médias empresas que:

  • São responsáveis por proteger dados de clientes, financeiros ou operacionais

  • Gerenciam equipes enxutas sem uma função de segurança dedicada

  • Tomam decisões sobre ferramentas, fornecedores, acesso e risco

  • Dependem de serviços em nuvem e IA para realizar o trabalho

  • Precisam de práticas de segurança que se sustentem em condições reais

  • Não querem que um único incidente de segurança inviabilize o negócio

Baixe o relatório gratuito

Entenda onde a confiança na segurança falha e como construir uma proteção que se sustente em condições reais.